Jundiaí terá centro de distribuição da Solidary

ÉDI GOMES
 
Conforme o Jornal da Cidade adiantou na edição de 9 de novembro, o presidente da Solidary Foundation, Paul Chehade, retribuiu a visita do prefeito Ary Fossen quando esteve em recente viagem a Miami. O encontro aconteceu na Prefeitura no final da manhã de ontem, mas o tom não foi só de gentilezas. Agradecimentos feitos, a dupla aproveitou para iniciar o formato do centro de distribuição da Solidary. Jundiaí foi a cidade escolhida para receber as doações da entidade e posteriormente iniciar a distribuição em todo território nacional.
Ary Fossen recebeu o presidente no gabinete com parte da comitiva que esteve em Miami e alguns convidados. Com um espanhol "pausado", Paul Chehade elogiou a cidade e também a proximidade com a capital paulista. O objetivo da Solidary é ajudar a quem precisa, sem distinção de raça, cor, sexo, religião e conotação política. O Brasil receberá três contêineres com doações procedentes de Miami, Alemanha e Japão.
Paul veio acompanhado dos diretores Hector Barron , de Peru, e o de operações brasileiras, Vicente José da Silva. Do encontro cordial, já surgiu o convite de uma nova reunião, só que desta vez de trabalho, para direcionar a escolha do local em que funcionará o centro de distribuição. A preocupação de Paul Chehade é que o local possibilite o acesso de pessoas que não possuem condições financeiras nem mesmo para a condução.

Ele acrescentou também que além do galpão, há necessidade de pequenos espaços para distribuir e comercializar os produtos que chegarão ao Brasil. "Minha intenção é ajudar quem precisa, por isso há necessidade de pontos de fácil acesso de pessoas carentes", disse Paul Chehade.

A sugestão de Ary Fossen foi uma visita ao Complexo Fepasa. Segundo o prefeito, ele oferece ótimas condições para o centro de distribuição brasileiro, pois está instalado na área do "porto seco" da Jundiaí. "Os postos pequenos podem ser uma parceria com o Fundo Social de Solidariedade (FUNS), que desenvolve um trabalho de assistência nos bairros carentes", disse o prefeito, e Paul Chehade achou interessante a idéia.

Parceiros
 
Os fundamentos da entidade são reforçados pelo apoio da indústria privada. No exterior são diversas empresas que apostam no trabalho da Solidary.. No Brasil, a primeira parceira é a Bauduco, conhecida por sua atuação em diversas campanhas solidárias.
 
Sistema
 
Os postos menores da Solidary, em Miami, têm um modo peculiar de funcionamento. Ele oferece produtos de primeira necessidade e também artigos como cosméticos, roupas, brinquedos, entre outros. Vicente José da Silva explica que a pessoa não preenche nenhum cadastro para usufruir da assistência. "Ele chega até os postos e pega somente o que está precisando. Não pega nada a mais, pois sabe que na próxima semana ela irá retornar e mais uma vez o produto estará à disposição", completou.

Para o Brasil, Vicente José da Silva disse que um contêiner já está chegando. O material que será trabalhado no País é formado basicamente por roupas, brinquedos, cosméticos e produtos não perecíveis.
O cronograma, segundo Vicente José da Silva, começa com a escolha do local que será definido com as visitas em alguns outros e principalmente na sugestão do prefeito Ary Fossen. "Algumas áreas já estavam sendo estudadas, e agora com esta nova possibilidade, em breve teremos em funcionamento a Solidary no Brasil. Jundiaí será o termômetro para a distribuição para todo Brasil", explicou Vicente José da Silva.
 
Valorizando
 
As doações com destino ao Brasil são todas de primeira linha. Algumas peças de roupas possuem pequenas falhas que serão reparadas, concluiu Vicente José da Silva. As operações terão início seqüencialmente a partir das chegada dos contêineres e da definição do local para armazenagem.

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